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Planaltina, DF
Índice de Desconforto Social – Um ‘senso’ de realidade (tema sociológico: TRABALHO, INTERAÇÃO SOCIAL E VIDA COTIDIANA) O QUE É: Produzir um livro-blog (texto e fotos) na internet sobre algum aspecto da vida cotidiana em Planaltina, e da interação social (trabalho & convivência) aí vivida. QUAL O OBJETIVO? Criar o IDS – Indicadores de Desconforto Social COMO? Segundo uma intervenção social dos aluno/as da turma de sociologia. PRÉ-PROPOSTA Uma comunidade é como um organismo humano. Precisa se alimentar, trabalhar, se divertir, se preparar, se organizar. Uma comunidade também gera resíduos, fica doente, sente fome, preguiça, ou produz gorduras. De vez em quando cada pessoa precisa fazsr exames completos para cuidar melhor da saúde, identificar causas de desconfortos e prevenir problemas futuros. Com uma comunidade deveria ser assim também. A convivência entre pessoas, famílias, vizinhos e organizações é cheia de fronteiras, interesses, conflitos e riscos de desconfortos. A maior parte destes desconfortos ocorre por descuidos ou por situações que podem ser resolvidas com equações simples e ao alcance de todos.

sábado, 26 de setembro de 2009

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>>> Grupo Beta <<<






UnB/FUP

Sociologia Aplicada ao Agronegócio

Professor : Neder

Componentes : Bruno Fernando, Guilherme Menezes, Lohanny e Vinícius Freitas

Visita realizada dia 04 de Setembro de 2009

>>> Economia Local <<<



Arapoanga fica a 40 km do Plano Piloto. Só tem asfalto na avenida principal, que é a do comércio. O Bairro não tem galeria de águas pluviais, consequentemente a enxurrada corre pelas ruas. Nas casas não há saneamento básico. A violência é um dos principais problemas enfrentados pelos moradores e comerciantes da comunidade. Por essa série de problemas, a economia e o desenvolvimento do local ficam muito prejudicados. O governo não investe no local, os comerciantes não aumentam seus investimentos e a população, por não ter poder aquisitivo suficiente, não bancam um comércio mais forte.
Na comunidade é possível ver diversos tipos de comércio, quase todos eles propriedades de comerciantes locais. Não são grandes empresas e não atendem bem às necessidades da região.
Muitos moradores vão a outros bairros de Planaltina para fazer compras.
Existem famílias sustentáveis que são donas de pequenas chácaras na região e produzem boa parte do que consomem e ainda vendem do que sobra. É muito comum no Arapoanga, pessoas fazerem de suas casas local de vendas de seus produtos, quase exclusivamente agrícolas.
Pequenos produtores da comunidade implementaram o sistema de troca para completarem suas produções. Assim, quem necessita de um determinado artigo mas não produz, troca com outra pessoa que o produz, dando como moeda seu cultivo que interessa ao outro. Esse sistema é do primórdio do Agronegócio.
A violência talvez seja hoje o maior problema que impede a economia do Arapoanga de crescer. Apesar de possuir famílias de classe média, tem uma enorme desigualdade social,um dos pilares que sustenta a violência. Nos últimos anos, o governo foi ineficiente e deixou de lado a questão da segurança. Segurança pública agora é o assunto da moda. Isso porque a situação chegou ao caos. Os alvos dos bandidos não são apenas as classes mais altas da sociedade. A violência agora é democrática, não importa se é rico ou pobre, preto ou branco, não há escolha. Com a falta de segurança, os investidores ficam com medo, eixando de criar empregos, o que só piora a situação da sociedade local e prejudica ainda mais a economia.

<<<< Cooperativas Abastecem a Economia Local >>>>

Em Arapoanga também existem cooperativas que abastecem o Comércio local, é o caso de uma montada por donas de casa nesse bairro carente da cidade de Planaltina, com elas, banners que seriam jogados fora e ajudariam a poluir ainda mais o meio ambiente se transformam em belas bolsas. O trabalho da Cooperativa dos Trabalhadores Autônomos de Planaltina (Coaespt) é assim: ajuda a natureza, forma profissionais e emprega a comunidade.

Foram muitos testes até que se encontrasse um material bom de trabalhar, com custo menor e aceitação maior. As malhas e as tapeçarias ficaram para trás. Uma parceria com o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) chegou ao material ideal. “Algo que não é caro, que pode ser reutilizado e com retorno imediato. A ideia veio com a onda das ecobags (bolsas ecologicamente corretas)”, explica Elisângela, a tesoureira da cooperativa.

Tudo é reaproveitado. “Recebemos, lavamos e costuramos. Uma vez, ganhamos um banner tão duro e ressacado que deu vontade de chorar. Mas depois descobrimos que o material serviria de embalagem para as bolsas. Reutilizamos tudo”, conta, com orgulho, a presidente da Coaespt, Maria da Páscoa.

Produção


Maria da Páscoa mostra as bolsas produzidas pelas cooperadas.

Na linha de produção, a preocupação começa com a estampa dos banners. “Nada de rostos de famosos. Eles não autorizaram o uso da imagem. Tomamos cuidado com tudo para não levar processo”, explica Maria da Páscoa. O viés da lateral das bolsas (a mais simples custa R$ 8) também deve ser combinado e o recorte é feito sob medida, para não desperdiçar o material. Com tanta organização, a cooperativa, que tem 20 pessoas (cinco delas, costureiras), produz, em média, mil peças por mês. Na simplicidade da cooperativa, o trabalho é sempre aliado à qualidade de vida das cooperadas. Além de poder levar os filhos para o local, uma sala é reservada para que um monitor dê aulas para alfabetização complementar.

Oportunidade:

Pessoas interessadas em participar do curso da cooperativa devem morar em Arapoanga ou Planaltina. O endereço é Quadra 8, Conjunto I, Módulo 2, Área Central de Arapoanga. O curso é de graça.

>>> Entrevista <<<



Nesta Visita entrevistamos o Sr. Ismael, Proprietário do Mercado Compre Mais.
Ele é Comerciante desde Criança, quando trabalhava ajudando o seu Pai no Comércio e diz que está realizando seu sonho, tendo esta fonte de renda.


1. Há Quanto tempo o Sr. é dono deste Comércio?
Ismael : Tenho este estabelecimento há aproximadamente 6 Anos.

Como é feita a reposição do seu Estoque? É através de Produtores Locais?
Ismael : Ela é feita em partes através de Atacado, e de produtores Locais, pois tem alguns Produtos que só podem ser adquiridos em fábrica, por meio dos Fornecedores.

Somente com o Salário deste Comércio é possível sustentar sua Família ?
Ismael : Não, Infelizmente esse tipo de Comércio não tem um alto valor lucrativo.

Você tem alguma outra fonte de renda ?
Ismael : Sim, Também sou corretor de Imóveis.

Qual o Principal problema para o comércio local em sua opinião ?
Ismael : Com certeza são os assaltos, apesar desse fato nunca ter acontecido comigo.

O Senhor teme que o pior possa vir a acontecer?
Ismael : Sim a qualquer momento , todo dia corremos perigo !

O Governo ajuda de alguma forma? Na sua Opinião o que precisa Melhorar ?
Ismael : Infelizmente não. Falta melhorar a Segurança, só isso Basta!

Quando a demanda é baixa a oferta fica ineficiente, a economia fica seriamente comprometida. Essa é a realidade do Arapoanga, onde as pessoas não tem capital suficiente para sustentar um bom comércio e é possível notar diversos sinais de descaso total do governo, o único que poderia mudar a realidade da comunidade para melhor.
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Duvidas, Comentários ou Sugestões, envie-nos uma mensagem :















UnB/Fup.

Fonte de Pesquisa :http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2009/06/30/cidades,i=122561/LIXO+VIRA+LUXO+NAS+MAOS+DE+COSTUREIRAS+EM+PLANALTINA.shtml

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