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Planaltina, DF
Índice de Desconforto Social – Um ‘senso’ de realidade (tema sociológico: TRABALHO, INTERAÇÃO SOCIAL E VIDA COTIDIANA) O QUE É: Produzir um livro-blog (texto e fotos) na internet sobre algum aspecto da vida cotidiana em Planaltina, e da interação social (trabalho & convivência) aí vivida. QUAL O OBJETIVO? Criar o IDS – Indicadores de Desconforto Social COMO? Segundo uma intervenção social dos aluno/as da turma de sociologia. PRÉ-PROPOSTA Uma comunidade é como um organismo humano. Precisa se alimentar, trabalhar, se divertir, se preparar, se organizar. Uma comunidade também gera resíduos, fica doente, sente fome, preguiça, ou produz gorduras. De vez em quando cada pessoa precisa fazsr exames completos para cuidar melhor da saúde, identificar causas de desconfortos e prevenir problemas futuros. Com uma comunidade deveria ser assim também. A convivência entre pessoas, famílias, vizinhos e organizações é cheia de fronteiras, interesses, conflitos e riscos de desconfortos. A maior parte destes desconfortos ocorre por descuidos ou por situações que podem ser resolvidas com equações simples e ao alcance de todos.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010


A situação dos feirantes do Bairro Arapoanga é de descontentamento, visto que o Governo não arca com o compromisso permanente de adotar um comportamento ético e contribuir para o desenvolvimento econômico, melhorando, simultaneamente, a qualidade de vida da comunidade local e da sociedade como um todo, o mesmo deveria ter o objetivo de providenciar a inclusão social (Responsabilidade Social) e o cuidado ou conservação ambiental, mas também não ocorre.

A feira não oferece nenhuma infraestrutura a qual ocasiona problemas de saúde, por sempre estarem exposto ao sol, a chuva e a muita poeira. Essa falta, também prejudica na qualidade dos alimentos, sendo assim, os mesmos não são todos comercializados ocasionando um maior excesso de resíduos.

A cidade também não oferece área para lazer e nem uma estrutura ambiental, tais como jardins e arvoredos. Há uma área, que segundo os feirantes, será destinada a uma praça (ver foto em anexo), mas ainda não há uma previsão de quando a mesma será construída.

Enquanto isso, os feirantes e a comunidade em si, levam a vida como dá, acreditando em promessas políticas que nunca são cumpridas.

Postado por: Tutora - Ingrid

Grupo socioambiental: Amanda Stuckert, Andréa Fortaleza, Camille de França, Mayara Barreto, Paola Crespo e Rhayssa Maia.


sábado, 31 de julho de 2010

Infraestrutura e Ambiente Construido

Infraestrutura é o conjunto de atividades e estruturas da economia de um local que servem de base para o desenvolvimento de outras atividades. Por exemplo, para que a feria de Arapoanga funcione é necessário iluminação, segurança, local coberto, etc.

Fazem parte da Infraestrutura de um local: asfalto, rodoviárias, sistemas de telecomunicações, rede de distribuição de água e tratamento de esgoto, sistemas de transmissão de energia, etc.

Quando um local apresenta uma Infraestrutura pouco desenvolvida, os produtos podem encarecer no mercado interno (prejudicando os consumidores), como no caso observado na feira de arapoanga(sendo o acesso a feira é difícil e a mesma carecendo de infraestrutura, os preços dos produtos oferecidos são pouco acima do encontrado normalmente.

A Infraestrutura do Brasil foi, até algumas décadas atrás, desenvolvida quase exclusivamente com investimentos públicos. Porém, a partir da década de 1990, com as privatizações e parcerias entre os setores público e privado, as grandes empresas nacionais e internacionais tem investido em Infraestrutura através de contratos de concessão, motivo pelo qual algumas obras demoram para serem realizadas.


Alunos: Caio Marcos,Bruno, Dielen Lemos,Élisson Dutra, Laryssa Garcia,Nathália Ribeiro, Pedro Torres, Thaíz Oliveira.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Fotos comparativas


Após realizarmos visitas e entrevistas nas feira do Arapoanga e na de Planaltina-DF, postamos fotos comparativas.



Tutora: Ingrid
Grupo socioambiental: Amanda Stuckert, Andréa Fortaleza, Camille de França, Mayara Barreto, Paola Crespo e Rhayssa Maia.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Qualidade de vida



•Na nossa visita a comunidade do arapoanga Planaltina DF, ficamos responsáveis pelo tema qualidade de vida. Antes de analisar as questões do tema proposto em arapoanga nosso grupo quis saber o que realmente significava este termo “Qualidade de vida”.

•Observamos que qualidade de vida São aqueles aspectos que se referem às condições gerais da vida individual e coletiva: habitação, saúde, educação, cultura, lazer, alimentação, etc. O conceito se refere, principalmente, aos aspectos de bem-estar social que podem ser instrumentados mediante o desenvolvimento da infra-estrutura e do equipamento dos centros de população, isto é, dos suportes materiais do bem-estar. Logo chegamos à conclusão que ter qualidade de vida não significa apenas que um individuo ou um grupo social tenham saúde física e mental, mas que estejam bem com todos ao seu redor e com ele mesmo, e com a vida, é estar em equilíbrio! Esse equilíbrio diz respeito ao controle de sua vida e dos acontecimentos a sua volta.

•Assim que chegamos em arapoanga observamos, por exemplo, que a maioria das ruas não são asfaltadas aspectos este que pode interferir diretamente da qualidade de vida dos moradores, pois uma rua sem asfalto alem de gerar poeira causadora de doenças, difícil locomoção, entre outros problemas é um atraso nos dias de hoje não se ter a rua asfaltada é uma falta de infra-estrutura básica. Na nossa pesquisa realizamos questionários, estes respondidos pelos moradores da região. Observou-se que grande parte dos moradores de arapoanga se dizem satisfeitos com a vida que tem e que levam porem reconhecem que a muito que melhorar para que se tenha realmente uma qualidade de vida razoável como, por exemplo, a educação, saúde, segurança, emprego e infra-estrutura geral da região.

•Um ponto abordado pelo grupo foi a feira situada no centro da comunidade, hoje esta feira se encontra em situações precárias sem uma cobertura adequada, asfalto, higiene e organização suficientes para que funcione todos os dias. Segundo vários moradores entrevistados como, por exemplo, o Sr. José lima de 57 anos se a feira fosse “melhorada”, a qualidade de vida da região poderia aumentar bastante já que geraria mais empregos, maior qualidade nos alimentos consumidos etc. Dentre todas as mudanças citadas pelos moradores como asfalto, organização, higiene, o que foi unânime entre eles é a necessidade de uma cobertura para que a feira funcione todos os dias.

•O grupo chegou à conclusão que para melhorar a qualidade de vida em arapoanga é necessário que haja uma maior administração na comunidade, seja esta administração política ou social para que os problemas sejam encontrados e solucionados na medida do possível.

Grupo: Qualidade de Vida
Integrantes: Leonardo, Webesther, Gustavo, Juliana, Elizabeth, Fábio e Mauricio.
Tutor: Rafael Soares Costa

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Fomos ao Arapoanga, para o primeiro contato com a população, nos dividimos em alguns grupos. O meu foi verificar quais eram as politicas públicas implantadas no Arapoanga, começamos pela feira de hortifruti, a principio é de se esperar que realmente exista uma feira, mas a realidade é bem diferente, instalações precárias, sem nenhuma condição de haver um comercio ali, fezes de animal no local, o banheiro caindo aos pedaços, nós então pensamos: "Se não tem feira é porque não tem ninguém para comprar".
Fomos para a pesquisa de campo, e o desconforto é muito grande não só nos arredores da feira como também em lugares mais distantes, as pessoas disseram que a feira mesmo com instalações precárias funcionava no domingo, mas que se tivesse todos os dias seria bem melhor para eles, pois os mesmos se deslocam do Arapoanga, muitas vezes de onibus, ou até mesmo a pé para a feira de hortifruti de Planaltina. Conversamos com uma senhora que nos disse que na feira ao invés de vender frutas e verduras as pessoas vendem bebidas alcoólicas e disse também que se ela falasse muito iria se comprometer que lá também comercializa drogas, aumentando assim a violência no Arapoanga.
O que falta é um programa do governo para coonstruir uma feira nova no Arapoangas, porque um bairro com aproximadamente 51.548 habitantes não ter uma feira só eleva o IDS Indice de Desconforto Social.

Grupo de Políticas Públicas

sábado, 3 de julho de 2010

Análise socioambiental da feira de Arapoangas

Localizada em uma cidade satélite que faz parte da periferia de Brasília, Arapoangas sofre os problemas que geralmente o entorno de Brasília vivencia, através do esquecimento e abandono do governo. Um bom exemplo da negligência dos Governantes na cidade é a existência de uma feira sem condições básicas para seu funcionamento adequado. O ponto em análise são as implicações, que o funcionamento da feira ao invés de ser só no domingo passasse a ser a semana toda, teria para a questão socioambiental.

O local onde a feira funciona é deprimente, começando pela falta de pavimentação nas ruas que dão acesso ao local, na feira não existe uma rede de distribuição de água, não possui rede de esgoto, falta sistemas de transmissão de energia elétrica, outro fator é a construção mal feita dos galpões, que não tem piso e algumas já apresentam riscos de desabamentos. O que se pode constatar é a total falta de infra-estrutura na feira.

A falta da infra-estrutura em si, já inviabiliza bastante o trabalho dos feirantes, porém essas faltas de condições têm efeitos sobre a população que depende de alimentos comercializados na feira. Uma vez que, o alimento pega poeira pelo fato da rua não ser asfaltada, a feira não tem os padrões de higienização exigidos pela vigilância sanitária, o que pode causar contaminação nos produtos vendidos aos consumidores.

Um espaço que fica ocioso, podendo funcionar durante toda a semana, podia ser administrado pela Associação dos feirantes com ajuda financeira do governo local, com o objetivo de gerar empregos, ajudando a economia local a crescer e gerar melhor qualidade de vida à população que teria acesso a produtos saudáveis a semana toda. Com toda certeza o funcionamento dessa feira dentro dos padrões necessários e com uma infra-estrutura, só viria acrescentar na vida dos feirantes e consumidores dos produtos vendidos na feira.







Alunas: Amanda Stuckert, Andréa Fortaleza, Camille de França, Mayara Barreto, Paola Crespo e Rhayssa Maia.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

A relação entre o Arapoangas e o Êxodo Rural

Mufasa: Grupo Focal - Mapeamento de entidades representativas


Integrado por: Muriel Barcelos, Mariana Dias, Fábio Vieira, Gabriel Gianesini, Jessica Fazolo, Lucas Romano, Genebaldo Rios e Emanuel Holanda Barroso de Holanda.

Universidade de Brasília- Faculdade UnB Planaltina
Curso de Gestão do Agronegócio
Disciplina de Sociologia
Prof° Ricardo Néder
Monitor: Pedro

Arapoangas: Formado a partir do Êxodo Rural

O Arapoangas, Planaltina-DF começou a se formar a partir da saída das pessoas do campo para a cidade (êxodo rural). Esse êxodo rural provocado pela modernização agrária expulsou as pessoas do campo, inclusive de outros estados brasileiros. Tais pessoas além de migrarem por causa da dificuldade por causa do “atraso” tecnológico de produção, buscavam na Zona Urbana a ilusão de se empregarem na indústria e no comércio.

Ao chegaram no Arapoangas, esse migrantes compraram terrenos para construção de moradias, criando uma espécie de favela. Anteriormente, esses terras eram chácaras, as quais sofreram loteamento e urbanização desordenada e degrada ambientalmente. Como conseqüência há hoje uma comunidade com altos índices de desigualdades sociais, educação ruim, falta saneamento básico, acessibilidade à informática e a internet, saúde precária, desemprego e segurança insuficiente. Por causa das dificuldades, a população realiza trocas de produtos alimentícios. Além disso, existe pequenas Cooperativas, associações e entidades representativas que lutam por melhores políticas públicas e diminuição das desigualdades sociais.

FONTE: Informações coletadas a partir de entrevistas e depoimentos dos próprios moradores do Arapoangas.


Conceito de Êxodo Rural

“Êxodo” significa “emigração”, “saída”. Ou ainda, no antigo teatro romano, o “episódio cômico subseqüente a uma tragédia”. Mas, no caso de êxodo rural, o episódio definitivamente não é cômico, mas, é subseqüente a uma tragédia. Ou pelo menos indicativo de uma.

Geralmente o êxodo rural ocorre devido à perda da capacidade produtiva, ou à falta de condições de subsistência, em determinado local que acarretarão no êxodo rural para outra localidade rural, ou, o êxodo rural para localidades urbanas. O mais comum, o êxodo rural para localidades urbanas, acarreta uma série de problemas sociais, estruturais e econômicos para os lugares para onde os “retirantes” se deslocam, legando ao “êxodo” um significado bastante pejorativo.

O êxodo pode também ser chamado de “migração” quando dentro das fronteiras de um país ou território, ou “emigração” quando acontece de um país, ou território, para outro.

No caso do Brasil, podemos citar vários períodos de migração ao longo de sua história que se caracterizam pelo abandono do campo em busca de melhores condições de vida nas cidades.

Na história do Brasil, por exemplo, podemos citar a migração das regiões do nordeste onde predominava a agricultura da cana, para o sudeste onde floresciam as culturas de café ou mesmo para o norte, para os seringais. E, mais tarde, em tempos mais recentes, lá pela década de 50, se inicia uma nova migração, desta vez para a nova capital do país, Brasília. A migração para Brasília fez surgir inúmeras cidadelas que não estavam nos planos de infra-estrutura e que, por terem se instalado nos arredores da grande capital, foram chamadas de “cidades-satélite”.

O Brasil presenciou o seu período de maior êxodo rural entre as décadas de 60 e 80 quando aproximadamente 13 milhões de pessoas abandonaram o campo e rumaram em direção aos centros urbanos. Isso equivale a 33% da população rural do início da década de 60.

Os principais motivos dessa migração em massa foram a expansão da fronteira agrícola, o modelo de urbanização que incentivava o crescimento das médias e grandes cidades criando oportunidades de empregos que atraíam os moradores do campo, e, a estratégia de modernização da agricultura que incentivava as culturas de exportação e os sistemas modernos de agricultura, práticas que, por sua vez, utilizam menos mão-de-obra que a agricultura tradicional, forçando os trabalhadores excedentes a procurarem outra forma de sustento. Tanto no Brasil, quanto em outras regiões do mundo, o êxodo rural ocasiona o crescimento desordenado dos centros urbanos, gerando um verdadeiro caos social. Sem planejamento as cidades não conseguem fornecer as condições sanitárias e de infra-estrutura básicas aos novos moradores gerando miséria, doenças e mais bagunça.

Mas o êxodo rural também traz prejuízos para o campo podendo, inclusive, transformar algumas cidades em verdadeiras “cidades fantasma”. Isso ocorre quando toda a população deixa a cidade em busca de melhores oportunidades ou por causa de alguma tragédia natural (como uma grande seca ou um furacão, por exemplo).

FONTE: http://www.infoescola.com/geografia/exodo-rural/



Visão Sociológica

A grande indústria aglomera num mesmo local uma multidão de pessoas que não se conhecem. A concorrência divide os seus interesses. Mas a manutenção do salário, este interesse comum que têm contra o seu patrão, os reúne num mesmo pensamento de resistência - coalizão. A coalizão, pois, tem sempre um duplo objetivo: fazer cessar entre elas a concorrência, para poder fazer uma concorrência geral ao capitalista. Se o primeiro objetivo da resistência é apenas a manutenção do salário, à medida que os capitalistas, por seu turno, se reúnem em um mesmo pensamento de repressão, as coalizões, inicialmente isoladas, agrupam-se e, em face do capital sempre reunido, a manutenção da associação torna-se para elas mais importante que a manutenção do salário. [...] Nessa luta - verdadeira guerra civil -, reúnem-se e se desenvolvem todos os elementos necessários a uma batalha futura. Uma vez chegada a esse ponto, a associação adquire um caráter político.

As condições econômicas, inicialmente, transformaram a massa do país em trabalhadores. A dominação do capital criou para essa massa uma situação comum, interesses comuns. Essa massa, pois, é já, em face do capital, uma classe, mas ainda não o é para si mesma. Na luta, [...], essa massa se reúne, se constitui em classe para si mesma. Os interesses que defende se tornam interesses de classe. Mas a luta entre classes é uma luta política.

[...]Uma classe oprimida é a condição vital de toda sociedade fundada no antagonismo entre classes. A libertação da classe oprimida implica, pois, necessariamente, a criação de uma sociedade nova. Pra que a classe oprimida possa libertar-se, é preciso que os poderes produtivos já adquiridos e as relações sociais existentes não possam mais existir uns ao lados de outras. De todos os instrumentos de produção, o maior poder produtivo é a classe revolucionária mesma. A organização dos elementos revolucionários como classe supõe a existência de todas as forças produtivas que poderiam se engendrar no seio da sociedade antiga.

Isso significa que, após a ruína da velha sociedade, haverá uma nova dominação de classe, resumindo-se em um novo poder político? Não. A condição da libertação da classe laboriosa é a abolição de toda classe, assim como a condição da libertação do terceiro estado, da ordem burguesa, foi a abolição de todos os estados [aqui, estado significa as ordens da sociedade feudal e de todas as ordens.

A classe laboriosa substituirá, no curso do seu desenvolvimento, a antiga sociedade civil por uma associação que excluirá as classes e seu antagonismo, e não haverá mais poder político propriamente dito, já que o poder político é o resumo oficial do antagonismo na sociedade civil.

Entretanto, o antagonismo entre o proletariado e a burguesia é uma luta de uma classe contra outra, luta que, levada à sua expressão mais alta, é uma revolução total. [...] Não se diga que o movimento social exclui o movimento político. Não há, jamais, movimento político que não seja, ao mesmo tempo, social.

Somente numa ordem de coisas em que não existam mais classes e antagonismos entre classes as evoluções sociais deixarão de ser revoluções políticas. Até lá, às vésperas de cada reorganização geral da sociedade, a última palavra da ciência social será sempre: "O combate ou a morte: a luta sanguinária ou nada. É assim que a questão está irresistivelmente posta".

Fonte: Transcrição de: amavelmente cedida por "O Vermelho" MARX ( 1847) para Marxists Internet Archive, 2004. HTML por José Braz para Marxists Internet Archive, 2004. Site: http://www.marxists.org/portugues/marx/1847/04/luta-class-luta-polit.htm