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Planaltina, DF
Índice de Desconforto Social – Um ‘senso’ de realidade (tema sociológico: TRABALHO, INTERAÇÃO SOCIAL E VIDA COTIDIANA) O QUE É: Produzir um livro-blog (texto e fotos) na internet sobre algum aspecto da vida cotidiana em Planaltina, e da interação social (trabalho & convivência) aí vivida. QUAL O OBJETIVO? Criar o IDS – Indicadores de Desconforto Social COMO? Segundo uma intervenção social dos aluno/as da turma de sociologia. PRÉ-PROPOSTA Uma comunidade é como um organismo humano. Precisa se alimentar, trabalhar, se divertir, se preparar, se organizar. Uma comunidade também gera resíduos, fica doente, sente fome, preguiça, ou produz gorduras. De vez em quando cada pessoa precisa fazsr exames completos para cuidar melhor da saúde, identificar causas de desconfortos e prevenir problemas futuros. Com uma comunidade deveria ser assim também. A convivência entre pessoas, famílias, vizinhos e organizações é cheia de fronteiras, interesses, conflitos e riscos de desconfortos. A maior parte destes desconfortos ocorre por descuidos ou por situações que podem ser resolvidas com equações simples e ao alcance de todos.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Mufasa: Grupo Focal - Mapeamento de entidades representativas


Integrado por: Muriel Barcelos, Mariana Dias, Fábio Vieira, Gabriel Gianesini, Jessica Fazolo, Lucas Romano, Genebaldo Rios e Emanuel Holanda Barroso de Holanda.

Universidade de Brasília- Faculdade UnB Planaltina
Curso de Gestão do Agronegócio
Disciplina de Sociologia
Prof° Ricardo Néder
Monitor: Pedro

INCLUSÃO DIGITAL:

Arapoanga ganha DF Digital e ótima novidade
(12/11/2009 - 16:42)

Foi um dia especial. Além de ganharem mais uma unidade do DF Digital - na verdade, a sexta -, os moradores de Planaltina receberam uma grande notícia dada pelo Secretário de Ciência e Tecnologia, Izalci Lucas: está agendada para o dia 18, reunião com o Governo Federal durante a qual se iniciará a discussão sobre a internet banda larga, e gratuita, para todo o Distrito Federal. “Vamos permitir que qualquer pessoa acesse a rede mundial de computadores sem pagar nada”, afirmou Izalci, sob aplausos.

Unidade que chega com público próprio

A notícia foi dada durante a inauguração da unidade do DF Digital de Arapoanga. E despertou o interesse de uma variada gama de pessoas. Já que na comunidade, bem numerosa, há, inclusive, um Centro de Ensino Fundamental que, segundo seu diretor, Jordenes Ferreira da Silva, soma 1,6 mil alunos prontos para aprender “de tudo, um pouco”.

Minutos antes da cerimônia, o público que lotava a sede da Associação Comercial e Industrial de Arapoanga (http://cirandas.net/associacao-comercial-e-industrial-do-arapoanga) ouvia um dos maiores sucessos da dupla Lennon e McCartney – “Here, there and everywhere” -, do que se aproveitou Izalci Lucas para lembrar que “aqui, lá e em todo o lugar” de Planaltina há uma unidade do DF Digital.

Emocionado com a inauguração, Aloísio Luiz da Costa, presidente da Aciara, agradeceu: “Esta unidade, Secretário, inclusive corrige uma injustiça que cometem contra Arapoanga, mostrando a todos que temos problemas, sim; mas que, aqui, também tem gente que quer trabalhar e, principalmente, aprender”.

Ajuda a entidades e associações de classe

Após enumerar as unidades do DF Digital de Planaltina (na sede da antiga Prefeitura, no Vale do Amanhecer, na Paróquia de São Sebastião, na Capela de São José e Santa Rita de Cássia e na Igreja Assembléia de Deus Videira, além da inaugurada na Aciara), Izalci prontificou-se a ajudar outras entidades de Planaltina, entre associações de classe e benemerentes, com computadores doados por bancos e empresas estatais reciclados nas Escolas Técnicas da Secretaria.

Diante de um pedido, feito por Stela de Souza, aluna da Escola Técnica de Planaltina, para que a Secretaria implantasse ali, também o curso de Fisioterapia, o Secretário explicou que este gênero de implantação depende de aprovação por parte do Conselho de Educação.

Fonte: http://www.sect.df.gov.br/003/00301015.asp?ttCD_CHAVE=92314


"Inclusão Digital pode ser considerada como democratização das tecnologias. Esse assunto tem sido muito repercutido no Brasil pelas dificuldades encontradas para a implantação.
Incluir uma pessoa digitalmente não apenas "alfabetizá-la" em informática, mas sim fazer com que o conhecimento adquirido por ela sobre a informática seja útil para melhorar seu quadro social. Somente colocar um computador na mão das pessoas ou vendê–lo a um preço menor não é, definitivamente, inclusão digital."

Por isso na visão marxista inclusão significa a diminuição das desigualdades sociais, o avanço das classes menos favorecidas e , consequentemente, o desenvolvimento e crescimento da justiça social.

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