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Planaltina, DF
Índice de Desconforto Social – Um ‘senso’ de realidade (tema sociológico: TRABALHO, INTERAÇÃO SOCIAL E VIDA COTIDIANA) O QUE É: Produzir um livro-blog (texto e fotos) na internet sobre algum aspecto da vida cotidiana em Planaltina, e da interação social (trabalho & convivência) aí vivida. QUAL O OBJETIVO? Criar o IDS – Indicadores de Desconforto Social COMO? Segundo uma intervenção social dos aluno/as da turma de sociologia. PRÉ-PROPOSTA Uma comunidade é como um organismo humano. Precisa se alimentar, trabalhar, se divertir, se preparar, se organizar. Uma comunidade também gera resíduos, fica doente, sente fome, preguiça, ou produz gorduras. De vez em quando cada pessoa precisa fazsr exames completos para cuidar melhor da saúde, identificar causas de desconfortos e prevenir problemas futuros. Com uma comunidade deveria ser assim também. A convivência entre pessoas, famílias, vizinhos e organizações é cheia de fronteiras, interesses, conflitos e riscos de desconfortos. A maior parte destes desconfortos ocorre por descuidos ou por situações que podem ser resolvidas com equações simples e ao alcance de todos.

sábado, 3 de julho de 2010

Análise socioambiental da feira de Arapoangas

Localizada em uma cidade satélite que faz parte da periferia de Brasília, Arapoangas sofre os problemas que geralmente o entorno de Brasília vivencia, através do esquecimento e abandono do governo. Um bom exemplo da negligência dos Governantes na cidade é a existência de uma feira sem condições básicas para seu funcionamento adequado. O ponto em análise são as implicações, que o funcionamento da feira ao invés de ser só no domingo passasse a ser a semana toda, teria para a questão socioambiental.

O local onde a feira funciona é deprimente, começando pela falta de pavimentação nas ruas que dão acesso ao local, na feira não existe uma rede de distribuição de água, não possui rede de esgoto, falta sistemas de transmissão de energia elétrica, outro fator é a construção mal feita dos galpões, que não tem piso e algumas já apresentam riscos de desabamentos. O que se pode constatar é a total falta de infra-estrutura na feira.

A falta da infra-estrutura em si, já inviabiliza bastante o trabalho dos feirantes, porém essas faltas de condições têm efeitos sobre a população que depende de alimentos comercializados na feira. Uma vez que, o alimento pega poeira pelo fato da rua não ser asfaltada, a feira não tem os padrões de higienização exigidos pela vigilância sanitária, o que pode causar contaminação nos produtos vendidos aos consumidores.

Um espaço que fica ocioso, podendo funcionar durante toda a semana, podia ser administrado pela Associação dos feirantes com ajuda financeira do governo local, com o objetivo de gerar empregos, ajudando a economia local a crescer e gerar melhor qualidade de vida à população que teria acesso a produtos saudáveis a semana toda. Com toda certeza o funcionamento dessa feira dentro dos padrões necessários e com uma infra-estrutura, só viria acrescentar na vida dos feirantes e consumidores dos produtos vendidos na feira.







Alunas: Amanda Stuckert, Andréa Fortaleza, Camille de França, Mayara Barreto, Paola Crespo e Rhayssa Maia.

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