O local onde a feira funciona é deprimente, começando pela falta de pavimentação nas ruas que dão acesso ao local, na feira não existe uma rede de distribuição de água, não possui rede de esgoto, falta sistemas de transmissão de energia elétrica, outro fator é a construção mal feita dos galpões, que não tem piso e algumas já apresentam riscos de desabamentos. O que se pode constatar é a total falta de infra-estrutura na feira.
A falta da infra-estrutura em si, já inviabiliza bastante o trabalho dos feirantes, porém essas faltas de condições têm efeitos sobre a população que depende de alimentos comercializados na feira. Uma vez que, o alimento pega poeira pelo fato da rua não ser asfaltada, a feira não tem os padrões de higienização exigidos pela vigilância sanitária, o que pode causar contaminação nos produtos vendidos aos consumidores.
Um espaço que fica ocioso, podendo funcionar durante toda a semana, podia ser administrado pela Associação dos feirantes com ajuda financeira do governo local, com o objetivo de gerar empregos, ajudando a economia local a crescer e gerar melhor qualidade de vida à população que teria acesso a produtos saudáveis a semana toda. Com toda certeza o funcionamento dessa feira dentro dos padrões necessários e com uma infra-estrutura, só viria acrescentar na vida dos feirantes e consumidores dos produtos vendidos na feira.
Alunas: Amanda Stuckert, Andréa Fortaleza, Camille de França, Mayara Barreto, Paola Crespo e Rhayssa Maia.
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