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Planaltina, DF
Índice de Desconforto Social – Um ‘senso’ de realidade (tema sociológico: TRABALHO, INTERAÇÃO SOCIAL E VIDA COTIDIANA) O QUE É: Produzir um livro-blog (texto e fotos) na internet sobre algum aspecto da vida cotidiana em Planaltina, e da interação social (trabalho & convivência) aí vivida. QUAL O OBJETIVO? Criar o IDS – Indicadores de Desconforto Social COMO? Segundo uma intervenção social dos aluno/as da turma de sociologia. PRÉ-PROPOSTA Uma comunidade é como um organismo humano. Precisa se alimentar, trabalhar, se divertir, se preparar, se organizar. Uma comunidade também gera resíduos, fica doente, sente fome, preguiça, ou produz gorduras. De vez em quando cada pessoa precisa fazsr exames completos para cuidar melhor da saúde, identificar causas de desconfortos e prevenir problemas futuros. Com uma comunidade deveria ser assim também. A convivência entre pessoas, famílias, vizinhos e organizações é cheia de fronteiras, interesses, conflitos e riscos de desconfortos. A maior parte destes desconfortos ocorre por descuidos ou por situações que podem ser resolvidas com equações simples e ao alcance de todos.

sábado, 3 de outubro de 2009

>> Grupo Beta <<

UnB/FUP
Sociologia Aplicada ao Agronegócio
Professor : Neder
Monitor: Pedro (Sgt. Pepper)
Componentes : Bruno Fernando, Guilherme, Lohanny e Vinícius Freitas
Visita realizada dia 29 de Setembro de 2009


Arapoanga é uma comunidade com uma enorme variedade de comércios que se aglomeram na Principal avenida, a comercial, e expandem-se para o interior do bairro. Quase todos eles são propriedades de famílias que dependem de seus lucros para viver. São pequenas empresas abastecidas principalmente por atacado, fundamentais para a economia local.
“Atacadão” é um Comércio que vende em grandes quantidades para o comércio de varejo. Ou seja, por exemplo: há grandes distribuidores de alimentos que vendem para grandes, médios e pequenos empreendedores, que são varejistas e vendem diretamente para o consumidor. Esse é o sistema comercial que predomina no Arapoanga. As microempresas da comunidade fortalecem as empresas atacadistas e sustentam uma região muito carente através de suas vendas.
As pequenas empresas são predominantes na comunidade. Elas têm um importante papel na economia local, pois geram empregos diretos ou indiretamente, aquecendo a economia e fazendo o PIB aumentar. A maioria dessas pequenas empresas são administradas em família e as vezes isso acaba atrapalhando um grande negócio.

O principal grupo focal na Economia local, acaba sendo mesmo os comerciantes e são eles quem melhor podem resumir o sistema comercial do Arapoanga, como é o caso de Abimael. Dono de seu próprio negócio, acredita que a situação da comunidade pode melhorara através de uma política mais firme e uma conscientização da sociedade. Ao ser perguntado sobre qual é o principal problema existente na sua região, responde que é a falta de infra-estrutura, e complementa dizendo: “ a poeira atrapalha a vida de muita gente por aqui”.
Desde criança Abimael sonha ser comerciante. Dono do mercado “Moriá”, diz cheio de orgulho que realizou o grande objetivo de sua vida ao abrir o comércio. Deixou a profissão de motoboy há seis anos atrás e hoje dedica-se exclusivamente ao seu projeto comercial. Hoje, o que ganha é o suficiente em termos de sustento.

Mercado na Primeira Visita:


Na Segunda Vez :


Nesta Segunda Visita Podemos Perceber que melhorias estão sendo feitas, como o Asfaltamento e outras obras de Infra-Estrutura, que melhorarão, em termos a situação da Economia Local.

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