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Planaltina, DF
Índice de Desconforto Social – Um ‘senso’ de realidade (tema sociológico: TRABALHO, INTERAÇÃO SOCIAL E VIDA COTIDIANA) O QUE É: Produzir um livro-blog (texto e fotos) na internet sobre algum aspecto da vida cotidiana em Planaltina, e da interação social (trabalho & convivência) aí vivida. QUAL O OBJETIVO? Criar o IDS – Indicadores de Desconforto Social COMO? Segundo uma intervenção social dos aluno/as da turma de sociologia. PRÉ-PROPOSTA Uma comunidade é como um organismo humano. Precisa se alimentar, trabalhar, se divertir, se preparar, se organizar. Uma comunidade também gera resíduos, fica doente, sente fome, preguiça, ou produz gorduras. De vez em quando cada pessoa precisa fazsr exames completos para cuidar melhor da saúde, identificar causas de desconfortos e prevenir problemas futuros. Com uma comunidade deveria ser assim também. A convivência entre pessoas, famílias, vizinhos e organizações é cheia de fronteiras, interesses, conflitos e riscos de desconfortos. A maior parte destes desconfortos ocorre por descuidos ou por situações que podem ser resolvidas com equações simples e ao alcance de todos.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Mufasa: Grupo Focal - Mapeamento de entidades representativas e associações no Arapoangas


Integrado por: Muriel Barcelos, Mariana Dias, Fábio Vieira, Gabriel Gianesini, Jessica Fazolo, Lucas Romano, Genebaldo Rios e Emanuel Holanda Barroso de Holanda.

Universidade de Brasília- Faculdade UnB Planaltina
Curso de Gestão do Agronegócio
Disciplina de Sociologia
Prof° Ricardo Néder
Monitor: Pedro

Cooperativa de Trabalhadoras Autônomas de Arapoangas (COAESTP)

Dois grupos de mulheres empreendedoras têm recebido a atenção do Programa Providência já há algum tempo: a COAESTP - Cooperativa de Trabalhadoras Autônomas de Arapoanga- Localizada na Quadra 08, Conjunto I, Módulo 2, Área Central do Arapoangas, e a Associação Semente dos Buritis II, ambas em Planaltina do DF. São costureiras, bordadeiras, tapeceiras, artesãs, inclusive com especialização na produção de "biscuit", que desenvolvem uma série de habilidades produtivas que lhe dão sustentação e às suas respectivas famílias, superando todas as dificuldades que as pessoas de mais baixa renda costumam enfrentar. Verdadeiras heroínas. Exemplos de vida. A Cooperativa de Arapoanga, que em seu início contava com oitenta membros, estava atuando apenas com um grupo de vinte mulheres, dadas as limitações financeiras e operacionais da Entidade: faltavam-lhe, principalmente, máquinas, equipamentos, móveis, utensílios e matéria-prima, embora já contasse com o apoio orientador e fundamental do SEBRAE, na capacitação dessa mão-de-obra e no processo de comercialização de seus produtos. Agora já são 42 mulheres engajadas no trabalho. A situação não era muito diferente na Associação de Buritis II, onde oito mulheres, quase todas também mães-de-família, donas-de-casa, lutavam contra todas as dificuldades, inclusive na estruturação da própria entidade. Foi com esse pano-de-fundo que buscamos o apoio da FUNDAÇÃO BANCO DO BRASIL em prol dessas duas Entidades, o que se tornou realidade com a aprovação de projetos que viabilizaram a aquisição de máquinas de costura - inclusive de características industriais e semi-industriais -, galoneiras, de pregar botões, de fechamento de bolsas, tesouras, cadeiras, ferro de passar, bancadas de trabalho, armários, enfim uma série de equipamentos indispensáveis ao desenvolvimento das atividades produtivas, além de matéria-prima para um período de três meses, como forma de dar condições e tranquilidade para a expansão do nível de produção dos dois grupos. O Projeto de Arapoanga somou R$ 20.079,22e, o de Buritis II, R$ 5.727,46. Ao mesmo tempo, o SEBRAE promoveu diversos cursos, desde aqueles voltados para o aperfeiçoamento de questões administrativas e gerenciais, como, também, para a melhoria da qualidade dos produtos e, até mesma, na sua redefinição - como a criação do segmento de malhas, por exemplo -, diante do levantamento de novos mercados para o escoamento da produção. Atualmente, a Cooperativa de Arapoanga e a Associação Semente dos Buritis estão em pleno funcionamento, produzindo - com melhor qualidade e mais variedade -, ampliando seu quadro de sócios e de trabalhadoras. E os mercados começam a se abrir para possibilitar o escoamento da produção, por meio de ações do SEBRAE, que está viabilizando exposições, inclusive em outros estados - particularmente em São Paulo. Assim, graças aos recursos da FUNDAÇÃO BANCO DO BRASIL, associados às orientações do SEBRAE, e sob a cobertura do Programa Providência, estamos vendo, o fortalecimento de duas entidades produtivas formadas em áreas carentes, mas cheias de pessoas trabalhadoras e competentes, que, sem dúvida, poderão constituir-se em exemplo de superação, de sucesso empresarial e de desenvolvimento social, baseados no trabalho e na seriedade, em prol da elevação da renda familiar e da geração de ocupação e emprego. Ademais desse apoio financeiro e de capacitação, observam-se outros movimentos, a exemplo do que se vê em Arapoanga, com a presença do Banco do Brasil na instalação de estação digital, mediante a doação de microcomputadores, ação essa voltada para a inserção de jovens e adultos no mundo da informática.


Fonte: http://www.providence.org.br/casostipicos11.htm



Grupo Mufasa: Muriel Barcelos, Mariana Dias, Fábio Vieira, Gabriel Gianesini, Jessica Fazolo, Lucas Romano, Genebaldo Rios e Emanuel Holanda Barroso de Holanda.
Grupo Focal: Mapeamento de entidades representativas e associações no Arapoangas
Universidade de Brasília- Faculdade UnB Planaltina
Curso de Gestão do Agronegócio
Disciplina de Sociologia
Prof° Ricardo Néder
Monitor: Pedro

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